A mina para extração de um pigmento de titânio em Madagascar é um caso de sucesso de engajamento de stakeholders da Rio Tinto.
“Para a Rio Tinto, a globalização é uma oportunidade de combinar necessidades e engajar-se melhor com as comunidades onde operamos. Reconhecemos a importância de ouvir, compreender e respeitar as crenças daqueles que não entendem ou compartilham nossa visão. Requer tempo e recursos, mas vale a pena. Se bem feito, reduz riscos e nos permite realizar negócios e desenvolver projetos em nações que a algum tempo atrás, se opunham aos investimentos internacionais e ao comércio livre.” Charlie Lenegan, Diretor responsável, Rio Tinto.
Em um período de 20 anos, a empresa investiu US$750 milhões, estudou os impactos técnicos, econômicos, ambientais e sociais e engajou-se em parcerias e acordos locais para iniciar a exploração. Além das compensações obrigatórias para as famílias afetadas diretamente, a empresa buscou tornar-se parte da comunidade local, pois a mina seria explorada por pelo menos 40 anos.
Para isso a Rio Tinto:
- Criou um acordo com o governo local para co-gestão de recursos renováveis com a comunidade, implementado de acordo com as leis, cultura e tradições locais
- Patrocinou pequenos e médios empreendimentos locais, fornecendo micro-crédito
- Contribui para o desenvolvimento de capacidades tanto de grupos de empreendedores como de governo locais
- Desenvolveu parcerias com grupos de ambientalistas para mitigar os impactos da mina
Em 2004 a empresa criou uma Estratégia Corporativa para a Biodiversidade. Implementada com parceiros e comunidade a partir de 2005, a estratégia busca cumprir o compromisso da empresa em gerar um impacto positivo na biodiversidade onde quer que ela atue.
Veja o caso completo no documento "Stakeholder Engagement and the Board" em:
http://www.ifc.org/
- January 8, 2010
- Posted by Sueli Chiozzotto at 12:10
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