Sueli Chiozzotto

 

Em out/2011, a McKinsey publicou os resultados de sua pesquisa global sobre como a sustentabilidade tem afetado o mundo dos negócios e, em geral, as notícias são boas.

A pesquisa conclui que muitas empresas estão integrando os princípios da sustentabilidade ao negócio  para:

  • Agregar valor (motivando e mantendo funcionários, e principalmente alinhando objetivos, missão e valores, por ex.)
  • Melhorar processos (economizar  energia, reduzir desperdícios e melhorar a eficiência operacional foram os fatores mais citados para implementação da sustentabilidade), e
  • Buscar crescimento, ou seja, melhor posicionamento competitivo (lançando “produtos verdes”, adequando produtos atuais e buscando novos mercados)

e, não somente para melhorar sua reputação (o que, infelizmente, algumas vezes acaba sendo apenas uma estratégia de marketing…).

Outra boa notícia é que os respondentes da pesquisa apresentaram um melhor entendimento sobre o tema sustentabilidade e seus benefícios (se comparado a pesquisas anteriores).

As empresas também reconhecem que para agregar valor, é necessário identificar e colocar em prática as oportunidades de maior retorno no que se refere ao amplo tema da sustentabilidade, integrando-as à estratégia do negócio.

Por outro lado, enquanto 24% das empresas dizem ter a sustentabilidade imbuída em suas estratégias através de programas formais, a maioria (31%) desenvolvem apenas algumas iniciativas específicas e não tem programas formais…  A maioria indica como barreiras para sustentabilidade:

  • foco em resultados de curto-prazo
  • falta de incentivos e alinhamento de desempenho
  • falta de indicadores adequados
  • falta de recursos, entre outras causas

Portanto, além de trabalhar os temas acima, ainda há significante espaço para melhorias  visando integrar a sustentabilidade aos negócios, especialmente:

  • Comunicação interna
  • Engajamento de funcionários
  • Nas áreas de suprimentos e orçamentos
  • Implementação de práticas de meio ambiente, sociais e governança no modelo de negócios
  • Criação de valor
  • Visão de longo prazo para captar oportunidades (base da pirâmide, cadeia de valor, novos produtos, redução de emissões, entre outras) e criar valor (seja através de melhor gestão de riscos, retorno de investimentos ou crescimento) de acordo com os desafios do negócio

De fato, nós da MGM Partners, temos buscado priorizar e implementar estas perspectivas junto a nossos clientes. Afinal, resultados são chave para a eficiência da sustentabilidade e para o sucesso dos negócios

Bem, pelo menos por volta de 25% dos presidentes pesquisados indicam sustentabilidade entre os 3 temas prioritários em sua agenda, enquanto quase 50% a indicam como prioridade. Portanto, as perspectivas para o tema são boas!

Leia o artigo completo em (em inglês): https://www.mckinseyquarterly.com/Energy_Resources_Materials/Environment/The_business_of_sustainability_McKinsey_Global_Survey_results_2867

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Sustainable energyO Pacto Global, iniciativa das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável nas empresas, lançou em set/2011 um documento para ajudar os negócios a melhorar o acesso a energia, incentivar a eficiência energética e aumentar a participação de energia renovável até 2030.

O documento indica, através de vários casos (inclusive dois do Brasil),  como indústrias diferentes podem ter maior impacto  tanto através de suas operações, como através de seus produtos e serviços, investimentos sociais, parcerias e ações coletivas, assim como através do engajamento com públicos de interesse.

As lideranças do Pacto Global acreditam que o documento trará inspiração para as empresas aliarem suas demandas energéticas com os desafios da sustentabilidade, aproveitando inovações em maior escala e contribuindo para um planeta mais verde.

O material completo pode ser obtido em: http://www.unglobalcompact.org/docs/publications/A_Global_Compact_for_Sustainable_Energy.pdf

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VolunteeringEm estudo sobre os benefícios do voluntariado realizado pelo VolunteerMatch e pela UnitedHealthcare, releva que colaboradores que participam de programas de voluntariado nas empresas, percebem uma melhoria em sua saúde física e emocional, incluindo redução de obesidade, stress, maior energia, maiores níveis de satisfação e um estado emocional mais positivo.

Um outro estudo realizado em 2007 pelo Corporation for National Community Service, indicou que pessoas que tem atividades de voluntariado vivem por mais tempo e que estados americanos com maiores níveis de voluntariado tem menos problemas com doenças como as do coração, por exemplo.

Uma análise feita pelo Realizing your Worth, identificou alguns benefícios do voluntariado corporativo para as empresas, entre elas:

  1. Um estudo realizado em 36 empresas revelou que o voluntariado leva  os funcionários a um maior engajamento com o trabalho e a maiores níveis de segurança (pois,  ficam menos aborrecidos e também assumem menos riscos), reduzindo, portanto, os custos com saúde nas empresas.
  2. O voluntariado resulta em maior conectividade e portanto, em um suporte social mais forte no trabalho (melhorando, por exemplo, confiança, colaboração, produtividade e reduzindo níveis de absenteísmo e stress), promovendo maiores benefícios à saúde dos trabalhadores.
Leia mais dicas sobre voluntariado (em inglês),  e o artigo completo em: http://realizedworth.blogspot.com/2011/07/business-case-for-employee-volunteering_27.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+RealizingYourWorth+%28Realizing+Your+Worth%29 
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Reengenharia de produtosNa seara da sustentabilidade, reconstrução de produto significa a recuperação de materiais, (re)processamento e revenda de produtos, indo da reciclagem e renovação até a re-manufatura (que além do reaproveitamento, inclui a adição de materiais novos).

Na reciclagem o produto é “desconstruído” e suas partes (como: alumínio, vidro, papel, e borracha), são aproveitadas para a manufatura de novos produtos, reduzindo o custo de matérias-primas e sua dependência. Quando materiais reciclados são revendidos, a reciclagem  tornar-se uma nova fonte de receitas. Neste caso, são fatores críticos de sucesso:

  • Conhecer intimamente o processo de manufatura original
  • Manter contratos com consumidores garantindo o mercado para os produtos reciclados — já que as barreiras para entrada de mercado são baixas
  • Viabilizar economicamente a recuperação de materiais, garantindo o lucro do negócio.

Na renovação o produto (tipicamente eletro-eletrônicos, máquinas, equipamentos e móveis) é consertado sem modificações, ou seja, o produto é limpo e as partes defeituosas são consertadas e/ou trocadas por peças novas. Neste caso, os fatores críticos de sucesso também incluem:

  • Entender o potencial de renovação do produto usado (reaproveitamento de materiais, peças e partes quebradas, por exemplo), para que o produto final seja similar ao novo
  • Conhecer profundamente o mercado do produto novo (preços, características, etc), para viabilizar a venda
  • Ter excelência na aquisição de produtos usados (processos, preços, etc.)
  • Desenvolver um esquema de distribuição próprio e/ou utilizar atacadistas e varejistas do mercado.

Já na re-manufatura o produto é totalmente desmontado, limpo, consertado e adicionado de melhorias, incluindo a modernização de tecnologias e materiais, buscando-se um melhor desempenho do produto final e sua total adequação ao mercado de produtos novos. Similarmente, precisa-se ter excelência desde a aquisição de produtos usados, peças e partes, conhecimentos específicos sobre os processos de manufatura para consertos e  integração de novas tecnologias, assim como, marketing, precificação, distribuição e venda dos produtos reconstruídos.

Mais ainda, de acordo com John A. Pearce II, pesquisador americano responsável pelo lançamento deste estudo em 2009, há 6 tipos de consumidores para produtos reconstruídos:

  1. Aqueles que precisam manter um certo aspecto técnico em seus processos (seja em equipamentos, linhas de produção ou fornecimento de serviços)
  2. Aqueles que querem evitar um novo processo de especificação, aprovação e certificação do produto
  3. Aqueles que utilizarão pouco o novo equipamento e escolhem a versão re-manufaturada, mais barata
  4. Aqueles que desejam continuar usando um produto descontinuado pelo fabricante
  5. Aqueles que querem estender o tempo de serviço de seus produtos, evitando a compra de novos
  6. Aqueles interessados em produtos “verdes”, e que portanto, buscam produtos que utilizam menos materiais e energia em sua produção, por exemplo. Em 2009, estimava-se que a re-manufatura economizava 120 trilhões BTU de energia, conservando-se de 5 a 9 kilos de material para cada kilo de material novo utilizado, reduzindo lixo e desperdícios ao longo do caminho.

Também, segundo o pesquisador, esta prática pode trazer resultados econômicos muito positivos, incluindo:

  • Redução de preços (de 50% a 70% na maioria dos casos), mantendo o alto desempenho do produto original, devido ao reaproveitamento de materiais 
  • Maiores margens (média de 20%, vs. 3% a 8% de margem na indústria americana), devido à simplificação de processos de manufatura e ao reaproveitamento de materiais e componentes
  • Novas receitas, permitindo que a empresa lucre várias vezes com um único investimento inicial
  • Alavancar conhecimentos e eficiência na manufatura

O pesquisador indicava que algumas empresas iniciaram esforços para a reconstrução de seus produtos, especialmente para evitar que outros se beneficiassem dos lucros provenientes desta atividade; e que nos Estados Unidos, o governo formou parcerias com Best Buy, AT&T Wireless, Sony, Panasonic e Sharp para facilitar a reconstrução de equipamentos eletrônicos. Além disso, foi criado um programa para trabalhar com grandes corporações visando à redução da emissão de gases efeito estufa (GHG), baseado na reconstrução de produtos.

Há um longo e complexo caminho pela frente, porém urgente. Não podemos arriscar a depleção dos recursos naturais do planeta, em favor do consumo. De fato, podemos buscar alternativas mais sustentáveis como a apresentada neste estudo.

A MGM Partners trabalha pela sustentabilidade das organizações, buscando alternativas que agreguem valor aos negócios e que respeitem a natureza e o ser humano, buscando a perenidade e a eficiência no uso dos recursos ambientais, em paralelo ao aumento do desenvolvimento humano e social.

Leia o trabalho completo em: http://http//sloanreview.mit.edu/the-magazine/2009-spring/50313/the-profit-making-allure-of-product-reconstruction/?utm_source=Publicaster&utm_medium=email&utm_campaign=Sust%20Enews%20July%2014%202011&utm_term=Read+FREE+for+a+limited+time+

John A. Pearce II é professor de gestão na Villanova University.
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critério RSCO FTSE4Good tem como objetivo medir o desempenho de empresas que atendem a padrões de responsabilidade social reconhecidos globalmente. Mais ainda, o FTSE4Good pode ser usado de várias maneiras:

  • Criação de portfólios de investimento, produtos ou instrumentos financeiros focados em investimentos responsáveis
  • Identificação de empresas responsáveis tanto social quanto ambientalmente
  • Referência de avaliação para empresas engajadas em responsabilidade social / sustentabilidade para medir seu próprio desempenho e progresso
  • Benchmarking para acompanhar o desempenho de portfólios de investimento responsáveis

As 10  principais participantes do FTSE4Good Global no primeiro semestre de 2011 foram: Apple, Microsoft, Nestlé, AT&T, HSBC, Procter&Gamble, Wells Fargo, Pfizer, Johnson&Johnson e BHP Billinton. O FTSE4Good americano inclui algumas destas empresas e mais: Coca-Cola e Google, entre outras. O europeu também inclui Shell, Novartis e Rio Tinto, entre outras. O FTSE4Good japonês inclui, entre outras, Toyota, Sony, Mitsubishi e Panasonic.

Há uma série de critérios de inclusão de acordo com o nível de impacto do negócio, que pode ser considerado alto, médio ou baixo, dependendo da indústria e/ou país de atuação da empresa. Os principais critérios são:

  • Meio-ambiente
  • Direitos Humanos
  • Trabalho
  • Padrões de Trabalho da Cadeia de Suprimentos
  • Anti-corrupção
  • Mudança climática

Além disso, uma série de mecanismos são empregados para avaliar os dados indicados pelas empresas:

  • Análise de relatórios anuais e outros materiais públicos
  • Pesquisa dos websites da empresa
  • Contato com a empresa quando apropriado
  • Análise de informações atualizadas requeridas pelo FTSE4Good periodicamente
Conheça mais no FTSE4Good website: http://www.ftse.com/Indices/FTSE4Good_Index_Series/index.jsp
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investimento responsávelOs Princípios para Investimento Responsável (PRI) são uma iniciativa conjunta entre a UNEP  e o Global Compact ambos programas das Nações Unidas, que tem como objetivo proteger os interesses de seus beneficiários investidores, escolhendo portfólios de investimento que observem questões sociais, de meio ambiente e de governança corporativa.

O PRI está comprometido com os seguintes Princípios:

  1. Incorporar questões de meio ambiente, sociais e de governança nas análises de investimento e nos processos de tomada de decisão
  2. Incorporar estas questões nas políticas e práticas dos investimentos de nossa propriedade
  3. Buscar transparência das entidades nas quais investimos no que se refere às questões de meio ambiente, sociais e de governança
  4. Promover a aceitação e a implementação dos Princípios na indústria de investimentos
  5. Trabalhar juntos para melhorar a efetividade na implementação dos Princípios
  6. Relatar nossas atividades e progressos na direção da implementação destes Princípios

Atualmente, contam com 896 signatários no mundo todo, dos quais 46 brasileiros, entre eles: Funcef, Petros, PREVI, Itaú Asset Management, Bradesco Asset Management e a BM&FBovespa. Os signatários beneficiam-se de: 

  • Liderança global participando de vários webinars, seminários, publicações e conferências
  • Estarem atualizados das últimas tendências, ferramentas e práticas relacionadas a finanças sustentáveis e investimentos responsáveis
  • Participar de uma rede internacional de investidores institucionais e usar o líder da indústria (o Engagement Clearinghouse), para trabalhar com pares em questões relacionadas a meio ambiente, sociais e governança
  • Participar no desenho da agenda de investimentos global, compartilhando iniciativas de várias redes e grupos regionais
  • Ganhar acesso preferencial a pesquisas, ferramentas de implementação e construção de capacidades oferecidas pelo secretariado do PRI
  • Ganhar acesso a públicos de interesse chave na comunidade de investimentos
  • Usar a marca PRI para demonstrar seu comprometimento com investimento responsável

Podem tornar-se signatários proprietários de ativos, gestores de investimentos e parceiros de serviços profissionais (empresas que oferecem serviços e/ou produtos para proprietários de ativos e/ou gestores de investimentos).  Signatários comprometem-se com os princípios do PRI, com relato e as avaliações de progresso (somente após o primeiro ano de associação), e ao pagamento uma taxa anual.

Leia mais e associe-se em: http://www.unpri.org/sign/
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Trabalho decenteO International Labour Organization (ILO) é uma organização focada na promoção do trabalho e na proteção das pessoas, responsável pela definição e gestão de padrões de trabalho internacionais. É a única agência tripartite das Nações Unidas que une governos, empregadores e trabalhadores para a definição de políticas e programas para a promoção do trabalho decente para todos.

O website do ILO proporciona entre outros documentos e publicações:

  • Bases de dados para:
    • Aplicação dos padrões internacionais de trabalho
    • Padrões Internacionais de Trabalho e recomendações
    • Trabalhos do Comitê para Liberdade de Associação
  • A Convenção Internacional do Trabalho
  • Perfis por país, incluindo estatísticas
  • Acordos de Comércio Livre e Padrões de Trabalho
  • Tendências globais de emprego 2011: o desafio da recuperação de emprego
  • Relatório global de salários 2010/11: salários no período de crise
  • Relatório do trabalho mundial 2010: de uma crise para a outra
  • Tornando a recuperação sustentável: lições de inovações de vários países

Além disso, o ILO promove vários programas e projetos, entre eles:

  • Avaliação dos efeitos do comércio no emprego nos países em desenvolvimento
  • Better work (melhor trabalho), parceria entre o ILO e o International Finance Organization (IFC), que busca o cumprimento de padrões de trabalho e competitividade em cadeias de suprimento globais
  • Trabalho Decente, projeto que ocorre em vários países do mundo
  • Melhoria da saúde e segurança
  • Eliminação do trabalho infantil
  • Micro-seguro

Em set/2011, lançou a publicação “Avaliando o potencial de trabalho verde nos países em desenvolvimento: um guia prático“, estudando como a transição para uma economia sustentável e de baixo carbono influenciará o mercado de trabalho nos países em desenvolvimento.

Conheça todos os recursos e recomendações do ILO no website: http://www.ilo.org/global/lang–en/index.htm
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Em 2010, o TEEB (The Economics of Ecosystems & Biodiversity), junto às Nações Unidas lançou o relatório Mainstreaming the Economics of Nature, precificando alguns serviços ambientais, entre eles:

  • Produtos e serviços verdes: o valor destes produtos e serviços tem apresentado um crescimento relevante nos últimos anos, alguns exemplos:
    • Ecoturismo: crescimento de 20% ao ano, o maior crescimento na indústria do turismo (TIES, 2006)
    • Derivados de peixe com rótulos ecológicos: aumento global de 50% entre 2008 e 2009 (MSC, 2009)
    • Alimentos e bebidas orgânicos: vendas chegaram a US$46 bilhões em 2007, crescendo mais de US$5 bilhões por ano (Organic Monitor, 2009)
  • Conservação de florestas: os danos estimados pelo desmatamento, um dos principais responsáveis pela emissão de gases efeito estufa e, portanto, uma das principais causas da mudança climática, tem um custo estimado de US$3,7 trilhões em valor presente líquido. A redução do desmatamento em 50% até 2030 reduziria emissões de carbono entre 1,5 e 2,7 gigatoneladas anualmente!
  • Plantio de árvores em Camberra, Austrália:  400 mil árvores foram plantadas na cidade para reduzir a poluição, regular o micro clima, reduzir os custos com ar-condicionado e sequestrar carbono da atmosfera. Os benefícios são estimados em US$67 milhões entre 2008 e 2012.
  • Apicultura: o valor econômico da polinização na Suíça foi estimado em 153 bilhões de euros em 2005. Em 2002, uma única colônia de abelhas produziu US$1 mil na produção de agrícola através da polinização versus US$215 em produtos da apicultura. Portanto, 5x mais do que o rendimento da produção de mel suíço.
  • Biodiversidade marinhaRecifes de coral: os recifes de corais abrigam entre 1 e 3 milhões de espécies do mundo, incluindo mais de 1/4 dos peixes marinhos, apesar de cobrir apenas 1,2% das plataformas continentais. Além disso, cerca de 30 milhões de pessoas em todo mundo dependem diretamente dos recifes de corais para produção de alimentos, renda e subsistência.
  • Pesca global: a superexploração de estoques aquáticos e a redução do rendimento global da pesca marinha custam US$50 bilhões anualmente, de acordo com o Banco Mundial e da Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas.

Identificar o valor do meio ambiente em nossas vidas é, portanto, o primeiro passo para agirmos de maneira mais sustentável, humana e inteligente no longo prazo. Mas será que reconhecemos estes impactos e sabemos calcular os custos e as receitas resultantes? Certamente, ainda não, mas há formas de fazê-lo e a MGM Partners pode orientar este processo.

Leia mais no post: http://www.sustentabilidaderesultados.com.br/o-valor-do-meio-ambiente/
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The Berkeley Center for Green Chemistry (linked to the University of California at Berkeley) studies green (and feasible) alternatives to chemical products trying to reach the sustainable development and to help the development of a green economy.

They define “green chemistry as the design, production and use of chemical products that:

  • Use raw materials in a sustainable, complete and efficient way
  • Reduce waste and energy consumption for production
  • Are useful and have a long life
  • Are benign to the environment during both recycling and natural degradation.

They also support that “sustainability is reached by chemical efficiency throughout a chemical product life cycle, from inception to discard”.

They work on the following areas of green chemistry:

  • Business: green chemistry evolution, analysis, research and strategic alignment
  • Science: accidents prevention, collaboration and projects transformation
  • Health and environment: chemical products design, new methodologies and safety assessments
  • New chemicals: research, training, education (curriculums revisions) and responsible innovation
  • Policies and legislation: future preparation, reduction of legal loopholes, carbon emissions reduction and global policies unification

Another American institution that works towards green chemistry development is the Warner Babcock Institute for Green Chemistry and they estimate that only 10% of current technologies are benign to the environment. Another statistic says that 65% of green technologies need to be invented, while 35% can become benign easily. A great opportunity to new business development and cost reduction projects (which usually occurs due to the elimination of toxic and dangerous chemicals use, according to the Institute).

“Through green chemistry, benign alternatives for current materials and technologies can be introduced into manufacture processes promoting a sustainable future”, Warner Babcock Institute for Green Chemistry

To learn more, identify courses and other opportunities, visit the following websites:

  1. http://bcgc.berkeley.edu/
  2. http://www.warnerbabcock.com/
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Em agosto de 2010, o CFA Institute, ONG global dedicada à promoção e ao desenvolvimento dos mais altos padrões éticos, educacionais e profissionais no setor de investimentos (representada em +100 países e com +100 mil membros), lançou (com o apoio de várias universidades e organizações internacionais), o Código de Conduta para Fundações e Organizações Filantrópicas, incluindo as melhores práticas na gestão de fundos destas entidades.

Os princípios gerais que devem ser seguidos pelos membros da diretoria e dos conselhos das entidades, incluem:

  • Agir com lealdade e propósito adequado, o que inclui, entre outros itens:
    • Ter práticas de investimento que maximizem o impacto da organização
    • Priorizar os interesses dos doadores e beneficiários
    • Evitar conflitos de interesse
    • Não pedir, oferecer ou aceitar presentes e benefícios pessoais que possam afetar a credibilidade da organização
  • Agir com habilidade, competência, prudência e com um cuidado razoável, o que inclui:
    • Ter conhecimentos adequados (ou seja, no nível apropriado para a realização de suas atividades), sobre mercados de investimentos, produtos e estratégias
    • Gerenciar riscos financeiros de maneira apropriada
    • Usar profissionais externos quando necessário
    • Ter boa base decisória e apoiada em diligência ativa das estratégias da organização
  • Obedecer todas as leis, regras, regulamentações e documentos da instituição, ou seja, principalmente:
    • Denunciar qualquer atividade ilegal ou antiética, assim como, qualquer irregularidade financeira
  • Ter respeito por todos os stakeholders (públicos de interesse), incluindo, por exemplo:
    • Realizar ações para maximizar os benefícios dos recursos dos fundos patrimoniais
    • Realizar gerenciamento prudente das finanças, reduzindo a volatilidade dos beneficiários
    • Comunicar-se com os stakeholders de forma pontual, correta e transparente
  • Revisar estratégias e práticas de investimentos regularmente, o que inclui, entre outros itens:
    • Avaliar o desempenho e a integridade dos responsáveis pela gestão dos investimentos
    • Implementar e aderir aos princípios, políticas e estratégias de investimento da organização, revisando ações do comitê de investimentos em relação ao desempenho destes

Portanto, além de seguir a legislação brasileira, organizações sem fins lucrativos podem utilizar mais este apoio para explicitar sua ética, responsabilidade social e transparência na gestão de investimentos filantrópicos.

Codigo Conduta

Conheça o documento completo em: http://www.cfainstitute.org/learning/products/publications/ccb/Pages/ccb.v2010.n15.1.aspx

 

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